NEWS
Eleita nova gestão da AMRIGS para o triênio 2026-2029 Escola de Canoas tem oito vagas de trabalho em diferentes áreas O que o comportamento do seu pet pode estar tentando dizer Mercopar 2026 abre inscrições para visitantes e convida a indústria para quatro dias de negócios e inovação Feevale oferece curso de português, realidade brasileira e criatividade para estrangeiros Sebrae RS fortalece pequenos negócios para ocupação do Viaduto Otávio Rocha Pequenos negócios gaúchos mantêm expectativa de crescimento, mas enfrentam desafio de aumentar as vendas Com 100% de energia renovável, Moinhos é o único do Sul a alcançar o topo de avaliação internacional entre 250 hospitais do mundo Universidade Feevale oferece workshop sobre alergias e intolerâncias alimentares Fundatec oferece mais de 60 vagas de estágio com bolsas de até R$ 2,2 mil
Crianças e Adolescentes

Câncer é a primeira causa de morte por doenças na faixa etária de 1 a 19 anos, segundo o INCA

Os óbitos em decorrência da enfermidade representam 8% do total nessa faixa etária

21/11/2019 Redação Fonte: Frisson Comunicação Compartilhar:
Câncer é a primeira causa de morte por doenças na faixa etária de 1 a 19 anos, segundo o INCA
Foto: Freepik

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer já representa a primeira causa de morte por doença entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos, no Brasil. Os óbitos em decorrência da enfermidade representam 8% do total nessa faixa etária. Apesar das estatísticas, se diagnosticados e tratados precocemente, as taxas de cura podem chegar a 80% das crianças e adolescentes acometidos pela doença.

No dia 23 de novembro é celebrado o Dia Nacional de Combate ao câncer infantojuvenil. A data estimula a disseminação de informações sobre, por exemplo, como identificar os sintomas, tendo em vista a importância do diagnóstico precoce para aumentar as chances de cura.

De acordo com a oncologista do Hospital do Câncer Anchieta, Dra. Regina Vidal, os sinais nessa fase podem ser confundidos com os de outras doenças comuns na infância, o que dificulta a identificação. “Os pais ou responsáveis devem estar atentos e procurar avaliação médica se notarem sintomas como palidez, caroços ou inchaços, especialmente se forem indolores e sem febre, perda de peso sem razão aparente, dores de cabeça, principalmente se persistente”, alerta a médica.

Os tipos mais frequentes na população infantojuvenil são as leucemias (que atingem os glóbulos brancos), tumores cerebrais e do sistema nervoso central, e linfomas (que se iniciam nos linfócitos – células que fazem parte do sistema imunológico).

O diagnóstico é feito por meio de exames laboratoriais, de imagem e realização de biópsia. As opções de tratamento variam caso a caso e podem envolver uma ou mais abordagens terapêuticas como quimioterapia, radioterapia e cirurgia.

A médica chama a atenção para a necessidade de um tratamento que envolva uma equipe multidisciplinar e busque diminuir os efeitos adversos das intervenções.

Sobre a data

Foi instituída por meio da Lei nº 11.650/2008 com o objetivo, entre outros, de estimular ações educativas e preventivas relacionadas ao câncer infantil. 

Veja Também