NEWS
Ferramenta Smart Match promoverá conexões comerciais entre participantes da Mercopar 2026 GS1 Brasil leva à Convenção ABRAS debate sobre IA, QR Code e eficiência na operação do varejo Sebrae RS transforma histórias da estrada em trilha prática para pequenos negócios Casa de Saúde Menino Jesus de Praga inaugura primeira estrutura de UTI Inteligente do país em instituição de longa permanência Novo Hamburgo Feevale Summit 2026 abre nesta terça-feira, 15, com palestra de Mari Krüger Unimed Porto Alegre será patrocinadora e o serviço médico oficial da Poa Night Run CIEE-RS lança projeto que acolhe mães atípicas e seus filhos durante formação profissional Tratamento contra diabetes e obesidade ganha mais uma opção de medicamento desenvolvido no Brasil Banrisul conquista 1º lugar no Ranking Top 5 do Banco Central para projeções do PIB Unimed Porto Alegre amplia protagonismo em debates sobre o futuro da saúde na Health Meeting Brasil 2026
Sociedade

Sondagem da Fecomércio-RS mostra que Salões de Beleza seguem impactados pela tragédia

A sondagem evidenciou um perfil para o segmento

12/09/2025 Redação Fonte: Assessoria de Imprensa da Fecomércio RS Compartilhar:
Sondagem da Fecomércio-RS mostra que Salões de Beleza seguem impactados pela tragédia
Foto: Freepik

A Fecomércio-RS divulgou a Sondagem do Segmento de Salões de Beleza. A pesquisa entrevistou, entre 08 de julho e 13 de agosto, por contato telefônico, 385 proprietários ou gerentes de estabelecimento do ramo de Cabelereiros e outras atividades de tratamento de beleza do Rio Grande do Sul, selecionados aleatoriamente. 

A sondagem evidenciou um perfil para o segmento. A maior parte dos empreendimentos (61,6%) tem pelo menos cinco anos de atividade, sendo 26,8% de 5 a 10 anos e 34,7% mais de 10 anos. De acordo com a amostra, 50,7% dos empreendimentos tem até 3 pessoas trabalhando e os serviços mais frequentemente ofertados são Cabelereiro (60,5%) e Manicure e pedicure (52,7%). Os profissionais de serviços de beleza geralmente são autônomos ou MEIs (66,2%). 

No âmbito financeiro, é possível analisar as formas de financiamento e também as percepções desses gestores a respeito dos resultados do negócio. Nesse sentido, 42,1% afirmaram um lucro satisfatório e 39,2% pouco lucro, enquanto que 14,0% empata em custos e 4,7% tem prejuízo. No âmbito da gestão, considerando que a atração de clientes é desafio interno mais citado pelo segmento (30,4%), alguns aspectos se destacam. Ainda que a grande maioria (72,5%) faça o uso frequente das redes sociais para divulgar o trabalho, o principal canal de captação de clientes se dá por indicação (59,7%). Menos de um quinto (17,9%) tem um planejamento estratégico documentado, e mais da metade (55,6%) não tem ação para o dia de menor movimento no salão. Ainda, entre outras questões, é possível conferir sobre incentivo à capacitação dos profissionais – 43,9% fazem de forma centralizada e com auxílio de custo.

A sondagem também mostra quanto o segmento segue impactado pelas enchentes de 2024. Os dados evidenciam que 65,5% dos respondentes sofreram com impactos das cheias pela queda de movimento, e que 7,8% tiveram perdas patrimoniais. Entre os afetados, apenas 24,5% se recuperaram totalmente dos impactos das cheias e a redução do faturamento (75,9%) e a perda de clientes (68,6%) são os principais impactos remanescentes da tragédia.

Sobre o desempenho das vendas, de acordo com as percepções dos gestores, os resultados nos últimos 6 meses foram bons (37,9%) e regulares (35,6%). Para pouco mais da metade dos indivíduos (51,4%), as vendas nesse período atingiram as expectativas, para 44,4% ficaram aquém do esperado. Por fim, em termos de expectativas, os dados mostram uma perspectiva otimista para vendas a curto prazo: 44,2% dos entrevistados esperam que as vendas melhorem muito e 33,0% esperam que melhore um pouco.

Sobre a equipe do salão, 39,0% projetam aumento; 58,2% preveem estabilidade e apenas 2,3% pretendem diminuir. Vale notar que o otimismo com o próprio negócio vem à parte da expectativa com a economia, com 48,6% esperando piora e 23,6% estabilidade no cenário brasileiro. No caso gaúcho, a avaliação é menos negativa: 30,2% esperam piora, 30,9% estabilidade e 38,9% melhora.

"Também na Sondagem dos Salões de Beleza fica evidente que os negócios seguem sem se recuperar totalmente do impacto do ano passado – o que exige um esforço dobrado para navegar em um cenário de acomodação da economia. Em um segmento que prevalece negócios muito pequenos, o impacto frequentemente acaba atingindo a pessoa física. Nesse caso, fica ainda mais evidente que planejamento e gestão precisam entrar na rotina dos salões", comentou Luiz Carlos Bohn, presidente da Fecomércio-RS. Confira a Sondagem completa no link: https://api.senacrs.com.br/bff/site-fecomercio/v1/file/3145c414eb514f0991b5b4a18853041dc9ae26.pdf.

Veja Também