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Médico do Hospital Universitário esclarece sobre o câncer de mama
 
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11/10/2018

Médico do Hospital Universitário esclarece sobre o câncer de mama

Especialista explica que, apesar de agressiva, a doença tem cura e por isso é importante a realização de exames preventivos

O câncer de mama, uma das principais doenças que atingem as mulheres, tem protagonismo no Outubro Rosa, comemorado anualmente com o intuito de compartilhar informações sobre a doença. Muitas vezes, por não apresentar sintomas, é importante a realização do autoexame e da mamografia para um diagnóstico precoce.

De acordo com Vanderson Cabral, médico residente em Ginecologia e Obstetrícia do Hospital Universitário de Canoas, administrado pelo Grupo de Apoio à Medicina Preventiva e à Saúde Pública (GAMP), este câncer acontece quando há a multiplicação de células anormais no tecido da mama. “Isto acaba formando um tumor maligno, que pode atingir outros locais do corpo e, em estágios iniciais, é imperceptível, mas tem cura”, explica o especialista.

O principal sinal da presença do tumor é o surgimento de um nódulo endurecido na mama, além de sintomas como vermelhidão, dor e secreção pelos mamilos. “Com o autoexame é possível detectar este nódulo, mas além dele, é preciso procurar um especialista para realizar a mamografia e também exames mais específicos, como o ultrassom, ressonância e biópsia”, diz Cabral.

O médico ainda orienta: a principal medida preventiva é a mamografia anual depois dos 40 anos de idade. “Deve-se estimular o autoexame mensal e exame clinico anual após os 25 anos. Quando uma familiar, como mãe ou irmã, teve o diagnóstico de câncer de mama, a paciente é considerada de alto risco e deve redobrar os cuidados ainda mais cedo”, esclarece.

Tratamento e grupos de risco

Cabral salienta que o tratamento da doença varia de acordo com a gravidade do caso e a extensão do tumor, mas que costuma ser realizado com quimioterapia, radioterapia e cirurgia. Após a cirurgia conservadora, a radioterapia é sempre indicada, reduz em quase 50% a taxa de recidiva local. A paciente, pós-cirurgia, continuará em acompanhamento médico ambulatorial, para controle.

Segundo o ginecologista, as mulheres entre 40 e 60 anos são as que mais apresentam casos do câncer. “É nesta idade que a exposição ao hormônio estrógeno está em mais incidência”, esclarece. Mulheres que nunca tiveram filhos têm mais chances de apresentar a doença, devido a ausência de amamentação.

O médico salienta que o maior fator de risco para o câncer de mama é ser mulher, visto que a incidência desse tumor no homem corresponde a 1% da população feminina. Fatores hormonais também estão implicados, como a menarca precoce, com menos de 10 anos, idade do primeiro parto maior que 35 anos, pacientes que nunca engravidaram, ausência de lactação e menopausa tardia, superior a 65 anos.

“Vale ressaltar que a mudança de estilo de vida, como boa alimentação e atividade física para evitar a obesidade, reduz os riscos de síndrome metabólica, melhorando o prognóstico”, aconselha Cabral.


Autor: Valeria Pereira
Fonte: Camejo
Autor da Foto: Divulgação

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