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10/04/2019

Saúde feminina:

menopausa e qualidade de vida podem andar juntas

O final da fase reprodutiva feminina tem nome: climatério - o que significa que a mulher consumiu quase todo seu estoque de óvulos que começaram a ser liberados na puberdade. As principais características do climatériosão os calorões, alterações físicas e emocionais que ocorrem por conta do desequilíbrio na produção dos hormônios femininos, irregularidade nos ciclos e a alteração do fluxo menstrual.  Este período de transição pode representar uma fase conturbada da vida da mulher que inicia por volta dos 40 anos. Já menopausa é o nome dado a última menstruação, que geralmente ocorre por volta dos 50 anos. Como neste período de transição do climatério é comum que os ciclos sejam longos e que as menstruações fiquem mais espaçadas, o “diagnóstico” da menopausa só é feito após a mulher passar pelo menos 12 meses sem menstruar.
 
A ginecologista do Hospital São Lucas da PUCRS Adriana Arent, explica que a menopausa também pode ser tardia, depois dos 55 anos. Sendo assim, devemos ficar atentas às suas consequências. “É muito importante a realização de exercícios físicos, ingestão de cálcio, de preferência que seja alimentar e não através de suplementação, e a exposição ao sol para manter um bom nível de vitamina D”, garante a médica.
 
Além das manifestações já citadas, é preciso salientar que a osteoporose também faz parte dos cuidados neste momento, pois os hormônios atuam na formação dos ossos. A fratura óssea é uma das grandes causadoras de morbidade e mortalidade de pessoas idosas. "É como se tivéssemos que nos prevenir precocemente, não somente aos 50 anos. A expectativa de vida aumentou, então é importante ter uma vida saudável para evitar estes conflitos com o avanço da idade", ressalta a médica.
 
Para muitas mulheres, a menopausa é um assunto complicado, que causa um certo receio, porém, com cuidados específicos, é possível viver tranquilamente durante esta fase. Segundo a Dra. Adriana, os sintomas mais comuns são: ondas de calor, falta de libido, palpitações, desconforto nas relações sexuais devido à secura vaginal. Mais frequentes no início, se tratados correntemente, eles vão desaparecendo no decorrer do tempo.
 
A reposição hormonal pode ser uma estratégia para diminuir os efeitos sintomas por um determinado tempo. “Com o passar dos anos, vamos retirando de acordo com a evolução da paciente. Caso a mesma não consiga ficar sem o hormônio, mantemos o uso a favor do seu bem-estar. Normalmente, as pacientes respondem muito bem ao tratamento, sendo assim, o uso pode ser suspenso”, garante a ginecologista.

Vale ressaltar que a reposição hormonal não é recomendada para mulheres em situação de risco para câncer de mama, trombose ou doença cardíaca. 


Autor: Redação
Fonte: Hospital São Lucas Da PUCRS

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