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01/04/2010

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Confira a 14ª edição do boletim

1. FEHOSUL PROTOCOLA REIVINDICAÇÕES AO IPE-SAÚDE

Após aprovação do texto final pela Diretoria da FEHOSUL- reunida no período da manhã- a nossa entidade protocolou no IPERGS, no dia 26 de março (6ª feira) alentado documento contendo todo o rol de reivindicações da categoria.

Diretoria da FEHOSUL reunida para deliberações de propostas finais a serem apresentadas ao IPE-Saúde

O documento, subscrito igualmente pela Associação dos Hospitais do Rio Grande do Sul, é composto por 15 páginas e visa propiciar a discussão prevista no Grupo Paritário referentemente a denominada “janela de março” do corrente ano.

O extenso documento é resultante de um laborioso trabalho desenvolvido nos últimos 60 dias, com a participação de mais de uma centena de profissionais e de instituições, ao longo de 33 reuniões, acuradas, análises técnicas e produtivas discussões.

No que se refere ao setor hospitalar a FEHOSUL reclama um reajuste linear de 30% nas diárias, para recompor as perdas significativas que os hospitais vêm suportando ao longo dos anos e de 50% nas diárias de UTI/CTI; no que se refere às taxas de serviços o nosso pleito foi de reajuste de 50% nos valores atualmente praticados, exceto na taxa de sala cirúrgica, em que o pleito foi de R$ 150,00, para a 1ª hora.

Dirigentes de hospitais reuniram-se para tratar das diárias e taxas de serviços

Relativamente aos exames diagnósticos na área de análises clínicas, as reivindicações foram pela inclusão nas tabelas remuneratórias de 12 novos exames, com pagamento pelos valores constantes na CBHPM- 5ª edição, com redutor de 20% (“banda mínima”) e pagamento pleno pela CBHPM- 5ª edição de todas as determinações de “anticorpos IGM”.

Dirigentes de Laboratórios de Análises Clínicas discutiram também as inclusões de procedimentos na tabela do IPE-Saúde

Nas áreas de cardiologia, (Grupo 20- THP), Hemoterapia/Hematologia, Medicina Nuclear, Oftalmologia, Ortopedia/Traumatologia, Radiologia/Diagnóstico por Imagem, Radioterapia e demais grupos de diagnose não especificados, a reivindicação unânime é de recebimento pela tabela CBHPM- 5ª edição, com redutor de 20%.

O setor de Cardiopatia Congênita solicitou e o documento contemplou o pleito de inclusão de diversos materiais de uso corrente e ainda não previstos na tabelas de remuneração do IPERGS.

Pleitos idênticos, de inclusões de procedimentos e materiais, formulados pelos segmentos da Cirurgia Endovascular, Hemodinâmica, Endoscopia Digestiva, Hematologia/Hemoterapia, Medicina Nuclear, Oftalmologia e Patologia Clínica, constam no documento elaborado pela FEHOSUL.

Representantes da Cirurgia Endovascular reuniram-se na FEHOSUL para discutir propostas a serem apresentadas ao IPE-Saúde

 

Representantes de Laboratórios de Patologia reuniram-se para discussões sobre o IPE

O setor de Hemodiálise/Terapia Renal Substitutiva solicitou reajustes específicos para as sessões de hemodiálise crônica, hemodepuração em casos agudos e valores fixos para método contínuo de substituição da função renal, assim como, sugeriu pacotes para CAPD e DPA.

Nas reuniões sobre Hemodiálise, houve participação, inclusive, de representantes do interior do RS que vieram debater o assunto IPE-Saúde

Já o segmento da Oncologia reivindicou o reajuste das taxas de sala de quimioterapia ambulatorial para R$ 75,00, por sessão assim como, o cadastramento dos médicos oncologistas integrantes dos corpos clínicos dos prestadores de serviços.

O segmento de Ortopedia/Traumatologia reivindicou o pagamento tanto dos honorários da consulta como os devidos pela colocação de procedimentos, quando realizados, somando-se os 2 honorários; pleiteou, também, adicional de remuneração para horários de plantões e a inclusão da fisioterapia ambulatorial para pacientes em recuperação cirúrgica.

O segmento da psiquiatria reivindicou a inclusão da “UTI psiquiátrica”, nas tabelas do IPE-SAÚDE, para pacientes internados com risco iminente de suicídio ou agressão, excitação psicomotora ou transtornos psiquiátricos delirantes graves.

Também reivindicou tratamento remuneratório diferenciado para internações em unidades de dependentes químicos em que são desenvolvidos programas intensivos com o concurso, além do médico, de psicólogos, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais, dentre outros profissionais da equipe multidisciplinar.

Na área de Urgência/Emergência a FEHOSUL solicitou o pagamento pela integralidade dos serviços prestados na unidade de urgência e emergência dos hospitais, incluindo exames complexos, tais como: ressonância magnética, tomografias em geral, taxas e ainda, consultas e procedimentos nos casos de cirurgia e traumatologia; e, ainda, pagamento de todas as consultas médicas dos profissionais especialistas, que prestam atendimento aos pacientes nas urgências e emergências dos hospitais, visto que quando o paciente é avaliado por especialista, esta consulta não é remunerada, gerando um descontentamento no corpo clínico.

Finalizando a FEHOSUL reivindicou o atendimento e implementação, de todas as solicitações contidas no documento, até 1° de maio próximo.

2. GOLDEN CROSS - DESCREDENCIAMENTOS DE MÉDICOS

A juíza Lilea Pires de Medeiros, da 22ª Vara Federal do Rio, deferiu liminar contra a Golden Cross em ação do Cremerj. A operadora estaria descredenciando médicos que se recusam a virar pessoa jurídica. A Justiça considerou a conduta abusiva. Cabe recurso da decisão.

3. GRUPO ESTUDA SITUAÇÃO DA SAÚDE NO PAÍS

A Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS) está criando um grupo de estudos para avaliar os serviços de saúde no país. A avaliação terá como ponto de partida os debates que o Supremo Tribunal Federal realizou, no ano passado, sobre as ações judiciais que visam garantir o acesso a medicamentos, próteses, vagas em UTIs (Unidades de Terapia Intensiva), leitos hospitalares, exames e cirurgias, além de outros produtos e serviços relacionados à saúde.

O pedido de criação do grupo de estudos foi apresentado pelo senador Papaléo Paes (PSDB-AP).

Participaram dos debates realizados no ano passado cerca de 50 especialistas das mais diversas áreas - de defensores públicos, promotores e magistrados a médicos, professores e gestores do Sistema Único de Saúde (SUS), além de usuários do SUS. O relatório do Supremo sobre essas discussões foi enviado ao Senado sob a forma de mensagem.

Um dos trechos do relatório destaca que "o orçamento do Ministério da Saúde, em 2008, não alcança o de 1985, quando se utiliza o índice de inflação da Fipe para o setor da saúde".

4. ANVISA QUER ANTIBIÓTICOS NA LISTA DE MEDICAMENTOS CONTROLADOS

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) realizou uma audiência pública para discutir medidas mais restritivas para a prescrição e comercialização de medicamentos antibióticos.

O objetivo declarado da agência é ampliar o controle sobre antibióticos para reduzir a resistência bacteriana na população.

Mais de 50% das prescrições de antibióticos no mundo são inadequadas, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, esse tipo de substância movimentou cerca de R$ 1,6 bilhão, em 2009, segundo relatório do instituto IMS Health.

5. AQUISIÇÕES NA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA, NO PAÍS

A disputa pela Teuto é um símbolo do atual momento de euforia do setor farmacêutico, em que as estrangeiras querem aumentar sua presença no País e as nacionais, fortalecidas na última década com o crescimento dos genéricos, defendem-se desse avanço.

A Teuto não desperta só o interesse da Pfizer. Pelo menos outros dois laboratórios participam da mesa de negociações. A britânica GlaxoSmithKline é um deles. A empresa tem se esforçado para entrar na área de genéricos no País, um segmento que cresce 23%, contra 14% do mercado de medicamentos em geral. No ano passado, a multinacional sondou, sem sucesso, a brasileira Aché com a intenção de uma aquisição.

A brasileira Aché também está na disputa. Nesse caso, os atrativos da Teuto são um grupo de cerca de 100 registros de moléculas na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) - nesse grupo, algumas devem vingar e se tornar medicamentos nos próximos anos - e o modelo de distribuição pulverizado entre pequenas farmácias de bairro.

Segundo a consultoria IMS Health, no ano que vem, o mercado farmacêutico brasileiro vai ultrapassar o da Inglaterra, enquanto os chineses comprarão mais remédios que franceses e alemães. Trata-se de uma inversão na lógica dessa indústria, em que os países em desenvolvimento sempre ocuparam uma posição marginal. Hoje, o grupo de 15 maiores farmacêuticas do mundo - incluindo Pfizer, Merck e Eli Lilly - tem menos de 10% de suas vendas originadas em países emergentes. Se quiserem crescer, porém, as empresas terão que revisar sua estratégia. Em 2013, o grupo de 17 países emergentes deve trazer vendas adicionais de US$ 90 bilhões - ou metade do crescimento do setor.

A compra da Medley pela francesa Sanofi-Aventis, há um ano, por 1,5 bilões de reais,foi emblemática. Para a Sanofi, o Brasil é estratégico. O mercado brasileiro é o sétimo maior do mundo para a Sanofi-Aventis e deve subir mais duas posições até 2011. O País abriga o segundo maior parque fabril da empresa fora da sede, na França.

O interesse das estrangeiras pelo mercado tem levado a uma escalada de preços na indústria. A italiana Zambon, por exemplo, pretende comprar uma empresa com faturamento de aproximadamente 150 milhões de reais.

Diante desse cenário, a Eurofarma, um dos grandes laboratórios nacionais, decidiu fazer aquisições fora do País. Em meados do ano passado, a farmacêutica adquiriu a argentina Quesada, uma empresa de pequeno porte. Seus próximos destinos são países como Uruguai, México, Colômbia e Peru. No mercado interno, a Eurofarma espera crescer sem aquisições.

As fabricantes brasileiras de genéricos veem o fim de importantes patentes - 18 moléculas estarão liberadas para cópia até 2017 - como um acelerador de crescimento. Se a operação atual da brasileira Aché não crescesse nada, sua receita aumentaria em 40% até 2014 apenas com a venda de novos produtos livres de patentes.

É exatamente esse cenário que dificulta a consolidação entre os grandes laboratórios brasileiros. Soma-se a esse mais dois empecilhos: os principais laboratórios nacionais têm controle familiar e os portfólios de muitos deles são parecidos.

6. GERAÇÕES TÊM DEMANDAS DIFERENTES NA SAÚDE

Em estudo recente sobre as tendências para os próximos anos no desenvolvimento das carreiras, dois aspectos em particular chamaram a atenção.

Primeiro, comentou-se sobre o encontro de gerações que ocorrerá nas empresas nos próximos anos -impondo uma situação inédita e desafiadora para os RHs.

Será preciso instituir novas e diversas formas de comunicação para propagar, efetivamente, os conceitos que as organizações querem transmitir a seu público, seja para informar sobre suas políticas, seja para notificar as regras de conduta e os benefícios.

E, quando falamos de benefícios, especialmente o de saúde e o odontológico, criam-se paralelos interessantes, pois, focando o mesmo objetivo, as respostas dos grupos poderão ser inversas ao que se espera.

As companhias têm feito um esforço adicional nos últimos anos para desenvolver formas de comunicação que consigam estabelecer um canal claro para falar de saúde.

Muitas, porém, não consideram as diferentes gerações, sobretudo pelo fato de focarem seus canais e conteúdos no benefício em estado bruto, e não na formação de uma cultura de saúde.

Quando consideramos, por exemplo, as gerações X e Y [a primeira formada por trabalhadores entre 30 e 40 anos; a segunda, por nascidos entre os anos de 1980 e 1990], temos profissionais preocupados com a quantificação do benefício disponível (X) de um lado e com a qualidade de vida (Y) de outro. Ambos, contudo, buscam utilizar o benefício em detrimento de melhorar ou manter sua condição de saúde.

O desafio de transformar um utilizador em consumidor de saúde se intensifica quando verter os mais jovens para esse contexto torna-se essencial.

É o caso dos profissionais da geração Y, preocupados com a qualidade de vida, mas em forma de mais tempo para desenvolver outras atividades, como hobbies, e não de cuidado necessário com a sua saúde.

Análises efetuadas nos bancos dos programas de saúde das empresas, em sua maioria, apontam uma baixa utilização nos procedimentos de prevenção nas faixas etárias até 35 anos, ficando evidente o seu uso em situações pontuais, como cirurgias pós-traumáticas ou gravidez, mas com baixa aderência aos modelos de manutenção ou à melhora da condição de saúde.

Haverá aqueles que se prevenirão por meio da realização de checkups anuais, grande parte patrocinada pelas empresas. Muitos deles, porém, reconhecem não seguir as recomendações dadas nesses atendimentos ou retornar ao médico em caso de novas ocorrências.

As empresas nem sempre percebem um aumento da incidência de procedimentos nas utilizações. Notam, contudo, um reflexo muito mais impactante nos custos, visto que, havendo a utilização pontual, os usuários não exercem algumas funções principais do "consumerismo", ou seja, o questionamento e a investigação mais aprofundada dos eventos.

Ao longo dos anos, esse padrão de utilização ficará tão latente nos usuários, que, independentemente de a qual geração pertençam, será necessária uma mudança muito abrangente na maneira de gerenciar, comunicar e, até mesmo, auxiliá-los na tomada de decisão.

O papel da empresa não será mais o de simples provedor de acesso e o de gerenciador de demandas dos programas. Passará a ser o de influenciador e o de referência na forma de acessar e utilizar os modelos.

Essa nova situação tende a ser mais aderente à geração Y, por sua visão mais voltada à qualidade de vida, e mais desafiadora na geração X, que sofre grande influência do modelo de saúde que implantamos -no qual as empresas reafirmam a quantificação do benefício.

As empresas terão muito trabalho no futuro para gerenciar seus programas e criar engajamento dos profissionais aos seus modelos de saúde.

Se as companhias buscarem uma gradativa adequação desses modelos -tornando-os mais atuantes no auxílio à tomada de decisão dos grupos, com linguagens próprias e direcionadas a criarem potenciais consumidores de saúde-, poderão evitar os atuais comportamentos.

Ou seja, em vez de se dedicarem ao gerenciamento de benefícios, poderão estimular uma cultura de saúde e interagir com ambas as gerações.

7. NOVO SISTEMA DE SAÚDE RENDE DEBATE CALOROSO

A reforma da saúde nos Estados Unidos tem sido alvo de acalorados e polêmicos debates no país. David Cutler, especialista em política de saúde da Universidade de Harvard, acredita que a medida vai combater fraudes e abusos, prevenir gastos desnecessários e reduzir preços dos planos. Já Shannon O’Neil, do centro de pesquisas americano Council for Foreign Relations, acredita que a reforma é uma mudança substancial, mas não significa que o princípio do direito universal à saúde será reconhecido nos EUA.

Cutler explicou o que é o chamado “imposto Cadillac”, taxa moderadora para indivíduos com ganhos superiores a US$ 200 mil por ano. O objetivo seria combater os desperdícios do sistema. Quanto mais caro for um plano de saúde, maior o imposto que incide sobre ele, a partir de 2016. O Medicare passa de 1,45% para 2,35% para indivíduos que ganhem mais de US$ 200 mil e casais que ganhem mais de US$ 250 mil anuais. Essa medida visa exatamente desestimular que as pessoas tenham planos de saúde caros demais.

Acredita-se que a reforma vai reduzir os gastos do setor em um longo prazo. “Mudamos de um sistema que remunerava a quantidade para um que remunera a qualidade, porque exige mais por um preço menor. A reforma combate fraudes e custos abusivos. É a reforma mais importante já proposta nos EUA em termos de controle dos gastos com saúde, promovendo mais eficiência e menor desperdício de recursos médicos”, assevera, um especialista.

8. HORÁRIOS DA FEHOSUL NA PÁSCOA

Nesta Páscoa, a FEHOSUL desenvolverá seus trabalhos, normalmente, até o dia 1° de abril (5ª feira), às 12 horas. Retomamos as atividades normais no dia 05 de abril.

9. PÁSCOA - FESTA DA RESSURREIÇÃO

A FEHOSUL, sua Diretoria e colaboradores, deseja que esta Páscoa traga profunda alegria, paz, amor e esperança, na crença do CRISTO RESSUSCITADO a todos os dirigentes do nosso setor saúde.
 


Autor: Diretoria
Fonte: FEHOSUL

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