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“A matéria prima do executivo para tomada de decisão” reúne profissionais da área da saúde

31/10/2008 Renata Appel Fonte: Imprensa SIS Compartilhar:
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Foto: Renata Appel

  

O Sindicato dos Hospitais e Clínicas de Porto Alegre (Sindihospa), em parceria com a WPD – Soluções Integradas para Gestão da Saúde, reuniu administradores e executivos da área da saúde, na manhã de 29/10, para a palestra “A matéria prima do executivo para tomada de decisão”, proferida pelo consultor de Business Intelligence Gilberto Costa. 

O Presidente do Sindihospa, Alceu Alves da Silva, destacou a importância do evento na aproximação dos associados e afiliados à entidade em direção a um interesse em comum: a profissionalização da gestão na área da saúde. “Ferramentas de tecnologia avançada podem ser acessíveis a clínicas, consultórios, pequenos e grandes hospitais. O Sindicato visa ser um elemento importante de intermediação para dar a escala a essas empresas e, com isso, os softwares possam ser barateados e, conseqüentemente, acessíveis a todos os diversos segmentos – desde os menores até os maiores”, afirmou.
 
O dirigente considera que os programas atuais necessitam de constantes atualizações, e que somente com tecnologias mais avançadas é possível apurar dados e informações com agilidade efetiva para prevenir problemas e gerar resultados positivos: “Precisamos de tecnologia que nos permita ações imediatas para que possamos corrigir processos de forma ágil”.
 
 
Gilberto Costa, que veio de Recife transmitir a importância da Tecnologia da Informação na área de gestão da saúde, através da projeção, desenvolvimento e implantação de data marts e data warehouses multidimensionais, explica Business Intelligence (BI): “é um conjunto de tecnologias e técnicas voltadas para apoio à decisão, para proporcionar ao executivo que não entende de informática fazer perguntas aos dados e obter respostas instantâneas, sem depender para isso de que o pessoal de TI desenvolva novos relatórios”.
 
Na gestão da saúde, Business Intelligence representa um papel estratégico, organizando os processos de negócios das instituições, o atendimento aos pacientes, o faturamento, o prontuário eletrônico, os medicamentos receitados e utilizados etc. “Mas de nada adianta o sistema de informação ser um grande registrador de dados se eles não chegam à mão do executivo de uma forma flexível, como ele precisa. O sistema deve ser interativo e oferecer respostas instantâneas, para que o processo de análise não fique travado”, ressaltou o consultor.

Vale lembrar que o grande diferencial competitivo na área da saúde são as pessoas e o capital humano: “As empresas não conseguem hoje em dia dar ferramentas para que cada pessoa possa transformar seu potencial em coisas práticas. Não adianta uma organização investir muito contratando pessoas de alta capacidade se as ferramentas que elas usam para obter informações travam seu processo de criar coisas novas. Se for só na base do ‘relatório pronto’, quando se precisa de uma informação nova ou modificação, há a dependência do pessoal de informática para implementar e desenvolver novos relatórios. Aí é que entra o BI como chave para potencializar as pessoas: se damos a ferramenta para que o executivo faça a pergunta que quiser – número de internações, incidência de planos de saúde, especialidades atendidas etc – e obtenha a resposta na hora sobre os dados, aí sim, quem tem mais capacidade vai produzir mais”.

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