NEWS
Jaú Serve transforma controle de validade em ferramenta de segurança alimentar e redução de perdas Grupo Zaffari estreia podcast com entrevistas inspiradoras Frio aumenta riscos à saúde de idosos e pessoas acamadas em home care Inverno aumenta circulação de vírus respiratórios e exige atenção redobrada à saúde no Rio Grande do Sul Consultoria do Sebrae RS impulsiona consórcios de inspeção e amplia acesso de agroindústrias a novos mercados Gaúcho é homenageado na Itália com uma das principais distinções internacionais da área de doenças raras Banrisul intensifica ações para apoiar produtores na reorganização de dívidas rurais Para todos os dias, a qualquer momento: Panvel revela 24&7, sua nova marca de maquiagem Banrisul Cultural desenvolve plataforma para registrar, preservar e difundir a produção artística gaúcha Banrisul prorroga prazo de inscrições para o Edital de Patrocínios 2027
Notícias

Os impactos do diabetes no dia a dia

Docente do Senac Saúde aborda os sintomas, causas e tratamentos da doença

25/10/2019 Redação Fonte: Assessoria de Imprensa do SENAC/RS Compartilhar:
Os impactos do diabetes no dia a dia
Foto: Shutterstock

O dia 14 de novembro é conhecido como o Dia Mundial do Diabetes. A doença é causada pela produção insuficiente ou má absorção de insulina, hormônio que regula a glicose no sangue e garante energia para o organismo. O diabetes mellitus é considerado uma das grandes epidemias mundiais do século XXI e problema de saúde pública, tanto nos países desenvolvidos como em desenvolvimento.

Segundo o docente da área da Saúde do Senac Saúde, Adalvane Nobres Damaceno, a incidência e prevalência são atribuídas ao envelhecimento populacional e aos avanços no tratamento da doença, mas, especialmente, ao estilo de vida atual, caracterizado por sedentarismo e hábitos alimentares que predispõem ao acúmulo de gordura corporal. Soma-se ao aumento das complicações crônicas da doença, como: retinopatia, nefropatia e neuropatias. “O  diabetes Tipo 2, por exemplo, normalmente vem acompanhado de outros problemas de saúde, como obesidade, sobrepeso, sedentarismo, triglicerídeos elevados e hipertensão”, explica.

O diabetes possui dois tipos:

Tipo 1 - sabe-se que, via de regra, é uma doença crônica não transmissível e hereditária. Esse tipo aparece geralmente na infância ou adolescência;

Tipo 2 - ocorre quando o corpo não aproveita adequadamente a insulina produzida. A causa desse tipo está diretamente relacionado ao sobrepeso, sedentarismo, triglicerídeos elevados, hipertensão e hábitos alimentares inadequados.

Os sintomas dos tipos 1 e 2 são:

Tipo 1

•          Fome frequente;

•          Sede constante;

•          Vontade de urinar diversas vezes ao dia;

•          Perda de peso;

•          Fraqueza;

•          Fadiga;

•          Náusea e vômito.

Tipo 2

•          Fome frequente;

•          Sede constante;

•          Formigamento nos pés e mãos;

•          Vontade de urinar diversas vezes;

•          Infecções frequentes na bexiga, rins, pele e infecções de pele;

•          Leões que demoram para cicatrizar;

•          Visão embaçada.

Quando não tratado corretamente, pode evoluir para formas mais graves e apresentar diversas complicações, como a neuropatia periférica, que pode afeta um ou mais  grupo de nervos no corpo inteiro. Costuma vir acompanhada da falta de energia, falta de mobilidade, insatisfação com a vida e do envolvimento com as atividades sociais. Tanto as alterações nos vasos sanguíneos quanto as alterações no metabolismo podem causar danos aos nervos periféricos. Pode haver redução de sensibilidade devido aos danos que a falta de controle da glicose causa aos nervos. ”Essas duas condições fazem com que seja mais fácil sofrer com úlceras e infecções, que podem levar à amputação”, enfatiza o docente.

O tratamento para a doença envolve o uso de medicamentos via oral e administração de insulina. Apenas um médico pode recomendar qual o medicamento mais indicado para o caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. “É importante sempre seguir à risca as orientações do profissional e nunca se automedicar”, indica.

Veja Também