NEWS
Eleita nova gestão da AMRIGS para o triênio 2026-2029 Escola de Canoas tem oito vagas de trabalho em diferentes áreas O que o comportamento do seu pet pode estar tentando dizer Mercopar 2026 abre inscrições para visitantes e convida a indústria para quatro dias de negócios e inovação Feevale oferece curso de português, realidade brasileira e criatividade para estrangeiros Sebrae RS fortalece pequenos negócios para ocupação do Viaduto Otávio Rocha Pequenos negócios gaúchos mantêm expectativa de crescimento, mas enfrentam desafio de aumentar as vendas Com 100% de energia renovável, Moinhos é o único do Sul a alcançar o topo de avaliação internacional entre 250 hospitais do mundo Universidade Feevale oferece workshop sobre alergias e intolerâncias alimentares Fundatec oferece mais de 60 vagas de estágio com bolsas de até R$ 2,2 mil
Indicadores

Estudo realizado no HCPA propõe nova forma de tratamento de câncer de tireoide avançado

O artigo científico com os resultados foi publicado na revista internacional Frontiers in Endocrinology, no último dia 22 de outubro

31/10/2019 Redação Fonte: Hospital de Clínicas de Porto Alegre Compartilhar:
Estudo realizado no HCPA propõe nova forma de tratamento de câncer de tireoide avançado
Foto: Freepik

Um tratamento não convencional proposto por pesquisadores do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) foi decisivo para que um paciente recebesse tratamento de um câncer de tireoide evoluído. Um tumor de sete centímetros envolvia a traqueia, esôfago e outras estruturas próximas, inviabilizando a cirurgia para retirada. Um tipo de medicamento, normalmente não recomendado para esses casos, foi responsável em reduzir o cisto para menos de 2,5 centímetros. Com o tamanho diminuído, foi possível fazer a cirurgia e retirar o tumor.

O paciente é um homem de 32 anos. “Uma redução de 70% do tumor foi observada após seis meses de medicação, permitindo nova intervenção cirúrgica e ressecção completa”, explica a professora e chefe da Unidade de Tireoide do HCPA, Ana Luiza Maia. O iodo radioativo foi então utilizado como terapia complementar no tratamento. A ideia do uso da medicação surgiu nas discussões com as equipes multidisciplinares envolvidas no cuidado e tratamento do paciente. “Após estudos, análises e conversas com o paciente, decidimos tentar esta nova forma de tratamento”, completa.

Um ano após a cirurgia, o homem está totalmente recuperado e sem sinais de doença ativa. “Também analisamos o efeito da medicação no tumor antes e após o tratamento, o que pode fornecer informações importantes para novos estudos”, projeta Ana Maia. O artigo científico com os resultados foi publicado na revista internacional Frontiers in Endocrinology, no último dia 22 de outubro. 

Veja Também