NEWS
Vozes do Advocacy e Associação Cearense de Diabéticos e Hipertensos promovem Capacitação em diabetes Projeto investe mais de R$ 350 mil em novos equipamentos para ampliar capacidade de triagem de cooperativas de reciclagem de Canoas Unimed Porto Alegre celebra marca de 1,2 mil doações de sangue em programa Corrente da Vida Sebrae RS e Estado oferecem apoio à regulamentação da Lei de Liberdade Econômica Claro lança oferta de GPU as a Service para acelerar o desenvolvimento de IA no Brasil por empresas de todos os portes Sebrae promove rodada de negócios para aproximar produtores de Indicações Geográficas de compradores de todo o país durante o Connection Terroirs do Brasil Banrisul integra serviços Pix para empresas com API dedicada Dia dos Namorados: Rede de Vantagens GBOEX tem descontos para a data Claro lança ecossistema de educação, mídia e entretenimento inspirado em Toy Story 5 Hospital Moinhos de Vento realiza 6º Summit Ambiental com foco em adaptação climática e sustentabilidade
Notícias

Período de altas temperaturas acende o sinal de alerta e a recomendação é ter o cuidado permanente

Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul reforça pedido de atenção dos pais e responsáveis com as crianças nos banhos de mar, lagoa e piscinas

16/02/2023 Marcelo Matusiak Fonte: PlayPress Assessoria e Conteúdo Compartilhar:
Período de altas temperaturas acende o sinal de alerta e a recomendação é ter o cuidado permanente
Foto: Freepik

Incidentes podem ocorrer em questão de segundos, portanto, é fundamental que as crianças sejam supervisionadas constantemente enquanto estiverem na água. A médica pediatra Luciana Barcellos, responsável técnica da UTI de Trauma Pediátrico do Hospital de Pronto Socorro, em Porto Alegre, reforça a importância de nunca deixar crianças sozinhas quando estiverem dentro ou próximas da água, nem por um segundo. Sempre um adulto deve estar supervisionando de forma ativa e constante o tempo todo.

“Toda a criança deve ser orientada a nadar apenas com supervisão de um adulto. O equipamento adequado para evitar afogamentos em crianças é o colete salva- vidas. Boias infláveis não são seguras. As crianças devem aprender a nadar em escolas de natação especializadas. Pais devem aprender a nadar antes de expor seus filhos a piscinas, mar ou lagoas”, salienta.

A questão comportamental é um fator importante, especialmente quando envolvem crianças um pouco maiores ou adolescentes. É papel dos pais instruí-los a não superestimar suas capacidades, e a respeitar placas de aviso de perigo em praias e piscinas dando sempre preferência aos locais com guarda- vidas.

“Deve-se ensinar as crianças a não correr, empurrar, pular em outras crianças ou simular que estão se afogando quando estiverem na piscina, lago, rio ou mar”, completa a médica.

Ambiente doméstico

O ambiente doméstico também oferece perigo de afogamento principalmente a bebês e crianças pequenas que podem se afogar em recipientes com até 5 cm de profundidade. Quando se trata de bebê a dica é esvaziar baldes, bacias , banheiras e manter privadas fechadas. Piscinas devem ser cercadas evitando livre acesso. 

Veja Também