NEWS
Vozes do Advocacy e Associação Cearense de Diabéticos e Hipertensos promovem Capacitação em diabetes Projeto investe mais de R$ 350 mil em novos equipamentos para ampliar capacidade de triagem de cooperativas de reciclagem de Canoas Unimed Porto Alegre celebra marca de 1,2 mil doações de sangue em programa Corrente da Vida Sebrae RS e Estado oferecem apoio à regulamentação da Lei de Liberdade Econômica Claro lança oferta de GPU as a Service para acelerar o desenvolvimento de IA no Brasil por empresas de todos os portes Sebrae promove rodada de negócios para aproximar produtores de Indicações Geográficas de compradores de todo o país durante o Connection Terroirs do Brasil Banrisul integra serviços Pix para empresas com API dedicada Dia dos Namorados: Rede de Vantagens GBOEX tem descontos para a data Claro lança ecossistema de educação, mídia e entretenimento inspirado em Toy Story 5 Hospital Moinhos de Vento realiza 6º Summit Ambiental com foco em adaptação climática e sustentabilidade
Notícias

Taxa de desemprego recua para 8,0%, menor taxa para um trimestre terminado em junho desde 2014

Conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), do IBGE, a taxa de desocupação média brasileira foi de 8,0% no trimestre encerrado em jun/23

29/07/2023 Redação Fonte: Senac-RS | Usina de Notícias Compartilhar:
Taxa de desemprego recua para 8,0%, menor taxa para um trimestre terminado em junho desde 2014
Foto: Divulgação

Conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), do IBGE, a taxa de desocupação média brasileira foi de 8,0% no trimestre encerrado em jun/23. Em relação ao trimestre anterior (encerrado em mar/23), quando a taxa foi de 8,8%, houve decrescimento. Em relação ao mesmo trimestre de 2022 (9,3%), também foi verificada queda da taxa. A taxa de participação da população em idade ativa na força de trabalho está em 61,5%, ficando estável em relação ao trimestre imediatamente anterior (61,6%), mas com queda na comparação com o mesmo período de 2022 (62,6%). A queda da taxa de participação tem sido um fenômeno observado no Brasil desde a pandemia. Se a taxa de participação fosse a mesma do segundo trimestre de 2022, a taxa de desocupação estaria em 9,5%.

O contingente de desocupados teve queda de 8,3% ante o trimestre anterior, e caiu 14,2% em relação ao trimestre encerrado em jun/22. Assim, o contingente de pessoas desocupadas totalizou de 8,6 milhões de pessoas. No mesmo período de 2022 essa população era de 10,1 milhões. A população ocupada aumentou 1,1% na comparação com o último trimestre encerrado em mar/23, e alta de 0,7% em relação ao trimestre de jun/22. Na comparação com o trimestre anterior, o crescimento da população ocupada foi motivado pelo aumento do número de empregados sem carteira assinada, elevando a taxa de informalidade do mercado de trabalho para 39,2%.

O rendimento real médio das pessoas ocupadas foi de R$ 2.921 no trimestre encerrado em jun/23, crescendo 6,2% na comparação com o período do ano anterior e, ficou estável em relação ao trimestre imediatamente anterior (-0,2%). A massa de rendimento real teve aumento de 7,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Na comparação com o trimestre anterior houve estabilidade estatística (0,0%).

Os dados da PNAD mostram que o mercado de trabalho está com a ociosidade bastante reduzida, em parte pela geração de ocupações, mas também pela redução de taxa de participação. Ainda não há estudos qualificados que expliquem a queda da taxa de participação no país, mas é algo que preocupa. Com a queda da taxa de crescimento da população e com a dificuldade de elevar a produtividade do trabalho, tem-se aí um limitador do crescimento do Brasil. 

Veja Também