NEWS
Fim das bets contextualiza como vício em jogos é questão de saúde pública CONGREGARH debate futuro do trabalho, IA, liderança e relações humanas Banricard passa a operar com bandeira Elo, ampliando aceitação dos cartões Alimentação e Refeição Seminário de Enfermagem da Feevale tem foco na Estomaterapia Sesc Mesa Brasil mobiliza toneladas de alimentos para famílias atingidas por temporal em Santiago e Alegrete Com inscrições abertas, Maratona Internacional de Porto Alegre 2027 reafirma compromisso com excelência Hospital Sapiranga recebe Prêmio Maturidade de Gestão na Saúde 2026 Prescrição de receita azul e amarela digital: o que muda para médicos e pacientes a partir de hoje Mês do Coração: Hospital Moinhos de Vento incorpora nova tecnologia para tratamento da fibrilação atrial Imersão Internacional do Sebrae RS leva empresários gaúchos à China para prospectar fornecedores e ampliar negócios
Notícias

Santa Casa realiza, pela primeira vez, reconstrução de bexiga pediátrica com tecnologia robótica

O procedimento foi conduzido pelo cirurgião pediátrico Rafael Deyl

19/04/2026 Redação Fonte: Imprensa Santa Casa de Porto Alegre Compartilhar:
Santa Casa realiza, pela primeira vez, reconstrução de bexiga pediátrica com tecnologia robótica
Foto: Leonardo Lenskij

Após tratamento oncológico, uma criança de apenas cinco anos passou pela primeira reconstrução de bexiga com uso de tecnologia robótica realizada na Santa Casa de Porto Alegre. O procedimento ocorreu no domingo (12/04) e foi conduzido pelo cirurgião pediátrico Rafael Deyl, aliando inovação e alta complexidade em função da idade da paciente, da indicação clínica e da realização integral por robô.

“Trata-se de uma situação bastante desafiadora, tanto pelo histórico da paciente quanto pela complexidade da reconstrução em uma criança tão pequena. Conseguimos realizar todo o procedimento por robótica, com alto nível de precisão e planejamento”, destacou Deyl, que também lidera o Serviço de Cirurgia Pediátrica da instituição. “Pela nossa experiência e troca com outros grupos, é uma abordagem ainda pouco descrita nesse perfil de paciente”, reforçou.

O caso da paciente teve início aos três anos, com o diagnóstico de rhabdomiossarcoma, um tipo raro de câncer com acometimento em órgãos da região pélvica. Após cirurgia e tratamento complementar, houve necessidade de retirada de parte da bexiga, etapa essencial para o controle da doença.

Com a evolução clínica e a resposta ao tratamento, a paciente pôde ser submetida à reconstrução, com o objetivo de restabelecer a função urinária e a qualidade de vida. A cirurgia foi realizada sem etapas abertas, o que favorece maior precisão, menor agressão cirúrgica e recuperação mais rápida, um diferencial relevante em procedimentos desse porte, especialmente em pacientes pediátricos. 

Veja Também