NEWS
Inteligência artificial amplia participação nas decisões de saúde entre os brasileiros Anvisa aprova primeiro medicamento não hormonal para sintomas da menopausa Parceria entre Sebrae RS e ApexBrasil busca preparar 500 empresas gaúchas para exportação em dois anos Na torcida pelo hexa, pequenos negócios transformam a Copa em oportunidade para atrair clientes e ampliar vendas Bagé será o próximo palco do show O Grande Encontro - Música dos Gaúchos Jaú Serve transforma controle de validade em ferramenta de segurança alimentar e redução de perdas Grupo Zaffari estreia podcast com entrevistas inspiradoras Frio aumenta riscos à saúde de idosos e pessoas acamadas em home care Inverno aumenta circulação de vírus respiratórios e exige atenção redobrada à saúde no Rio Grande do Sul Consultoria do Sebrae RS impulsiona consórcios de inspeção e amplia acesso de agroindústrias a novos mercados
Crianças e Adolescentes

Calor exige um cuidado maior dos pais para evitar irritações na pele de bebês que usam fraldas

Este distúrbio é um dos mais comuns entre os recém-nascidos por conta do atrito e calor nesta região do corpo

01/03/2023 Marcelo Matusiak Fonte: PlayPress Assessoria e Conteúdo Compartilhar:
Calor exige um cuidado maior dos pais para evitar irritações na pele de bebês que usam fraldas
Foto: Freepik

Em geral, a dermatite de contato da área da fralda é irritativa, ou seja, não é um tipo de reação alérgica. Os sintomas mais comuns são assadura e vermelhidão com pequenas pápulas (bolinhas) e a pele fica quente no local. O bebê se mostra irritado ao longo do dia e pode ter dificuldade para dormir. Além disso, pode acontecer uma leve descamação.

“A irritação é causada pela presença de resíduos de urina e fezes e pelo contato prolongado dos mesmos com a pele do bebê, a qual é super sensível. Por isso a indicação é que se troque a fralda com frequência e de preferência use um creme de barreira, que são aqueles que possuem em sua fórmula óxido de zinco”, explica a dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção RS (SBD-RS), Ana Elisa Kiszewski Bau.

O problema pode acometer nádegas, região perianal, órgãos genitais, coxas e até cintura. Os casos mais leves podem ser tratados com a orientação do médico dermatologista ou pediatra. Uma atenção especial deve ser dada aos casos complicados por infecção fúngica secundária, como pela Candida. Esse fungo penetra na pele e provoca coceira, ulcerações na pele e ardor intenso, sendo necessário o tratamento com pomadas específicas. 

Veja Também